Testamento Político/Filosófico. Sim sou um descarado!


    Testamento Político/Filosófico - Sim sou um descarado! 
 

Visto que Baruch Espinosa não fundou uma igreja e foi "excomungado" da Católica e eu creio no Deus descrito por ele, será que eu me enquadro como ateu, como agnóstico, como deísta ou manteria a denominação que me acompanha desde criança: descarado? Politicamente sempre me enquadrei como "descarado" na síntese espiritual da palavra "descarado".
Meu silêncio nunca caracterizou consentimento como diz a máxima burra de que "quem cala consente". Pelo contrário, calo-me sempre que sinto que o antagonista é egocêntrico e/ou idiotizado. Não gosto de debater com quem tem absoluta certeza de tudo.
Não creio em astrólogos e tenho dúvidas até das certezas de astrofísicos.
Posso afirmar que sou politicamente descarado!
Voto em Lula, mas enojo-me com Jaques Wagner...
Meu ex-sogro, que Deus o tenha, "enquadrava-me" como anarquista. Nunca segui Pierre-Joseph Proudhon, Mikhail Bakunin ou mesmo William Godwin...
Outros me nomenclaturavam de Cínico... coisa que, filosoficamente, também não sou. Apesar do pouco apego que tenho ao dinheiro. Sempre acreditei que luxo era burrice, mas gosto de conforto, de comer bem, de liberdade para ter o que desejo etc.
Por isso venho defender, na falta de um léxico que me caracterize, a alcunha de ser e ter sempre sido descarado...
Meu único sonho é que um dia meus filhos e netos leiam o escrevo/escrevi e consiga me entender.
Beijo a todos. 

Inteligência Artificial caracteriza Kassio Nunes e André Mendonça.

 



        Características típicas dos mafiosos. 

  • Aparência e estilo: Ternos impecáveis de tecido fino (muitas vezes risca de giz ou pretos com detalhes caros), camisas brancas impecáveis, gravatas sofisticadas (às vezes estampadas ou de seda). O visual misturava respeito aparente com poder bruto. Olhares calculistas e sorrisos contidos eram comuns.
  • Personalidade e comportamento:
    • Carisma frio e autoridade natural: Falavam pouco, mas quando falavam, todos escutavam. Misturavam charme com intimidação.
    • Código de honra próprio: Lealdade à “família”, omertà (lei do silêncio), vingança calculada e desprezo pela lei oficial.
    • Ambition e pragmatismo: Transformaram a utilização da lei no maior negócio ilegal da história. Eram empresários do crime, não apenas bandidos impulsivos.
    • Preferiam resolver com intimidação, suborno e “acertos”. 
    • Ambiente: mulheres importadas e ajustes com políticos comprados
    Olhando para os dois senhores de toga preta e cadeira vermelha:

  • O da esquerda (cabelo mais escuro, gravata estampada, expressão séria e levemente desconfiada):
    Estilo clássico. O olhar de quem já viu muita coisa e não se deixa impressionar. A gravata estampada dá o toque de ostentação controlada. Seria o tipo que controla o “território” com mão de ferro, fala pouco, mas quando sorri... todo mundo já sabe que a conta chegou. O ar de “eu decido o que é lei aqui” combina perfeitamente com o chefão messiânico. 
  • O da direita (cabelo grisalho, gravata lisa azul, expressão mais serena e quase irônica):
    Mais refinado, estratégico, o “cérebro” da operação. O sorriso contido e o olhar levemente superior lembram o homem que organiza as famílias, faz as alianças e deixa os outros sujarem as mãos. Parece o tipo que prefere resolver tudo nos bastidores, com elegância e um acordo bem feito.
        Juntos, formam a dupla perfeita de uma família de mafiosos: um com a força e a presença física/visual de Coronéis, o outro com a frieza calculista. As togas pretas e os detalhes vermelhos até lembram as capas e os trajes solenes que os grandes chefes usavam em eventos “oficiais” da época — só que aqui o “palco” é o Supremo Tribunal Federal.



Imprensa isenta.



Faltam pouco mais de duas semanas para as eleições brasileiras de 4 de outubro. O maior e mais populoso país da América Latina enfrenta o primeiro turno de uma eleição presidencial que preocupa toda a região e, claro, seu vizinho do norte, que recentemente decidiu que todo o hemisfério lhe pertence, -- mesmo sem que ninguém tenha perguntado.
Mais de 158 milhões de brasileiros terão que escolher entre o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que busca seu quarto mandato, e o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso pela tentativa de golpe justamente contra Lula.
À primeira vista, parece ser uma eleição entre dois polos ideológicos, mas o que está em jogo é muito maior. Lula não enfrenta apenas um candidato com uma visão completamente diferente para o país; ele enfrenta todo um ecossistema de estruturas de poder articuladas interna e externamente. Poderes econômicos que usam tarifas como arma, poderes midiáticos que fabricam narrativas, poderes algorítmicos que moldam percepções e uma máquina internacional determinada a derrubá-lo.
Porque o Brasil não é um país qualquer. O Brasil nas mãos de um projeto minimamente autônomo tem peso, e isso, como sabemos, é quase um pecado neste momento histórico. Portanto, preparem-se, os principais pontos de tráfico de drogas no hemisfério, segundo Washington, podem se tornar o Brasil soberano de Lula até que ele caia. Então, se ele cair, tudo estará em ordem. Os mesmos grupos criminosos continuarão a existir, as mesmas rotas continuarão a operar, os mesmos bancos continuarão a lavar dinheiro, mas será que a preocupação moral dos Estados Unidos reduzirá magicamente as preocupações com a segurança no hemisfério? O Brasil resistirá? Lula resistirá?
A democracia brasileira resistirá a mais um ataque da máquina que combina o Bolsonaro interno, a pressão dos EUA, campanhas midiáticas, manipulação judicial e guerra digital? Essa é a questão.

Recortado do X. Traduzido pelo Google.

O pai do cara...


 

O pai do cara tentou implantar uma ditadura teocrática e militar no Brasil. Trabalhou para que a COVID 19 matasse o maior número de aposentados possível do INSS para poder roubar mais.

O pai do cara queria mandar matar seus opositores políticos.

O pai do cara beijou a bandeira norte-americana e achava porreta postar no X apologia ao “golden shower” e achou que “pintou um clima” ao se aproximar de adolescentes pobres num dos subúrbio de Brasília.

O pai do cara, a troco de lucro, forçou a venda de Cloroquina, Hidroxicloroquina, Ivermectina, Azitromicina e Natazoxanida, drogas inúteis para vírus assassino do Covid 19  onde, o pai do cara se fez até de garoto propaganda.

O pai do cara montou junto com o Presidente da Câmara Federal o maior esquema de distribuição de dinheiro público da história política brasileira apelidada de “Orçamento Secreto”.

O pai do cara forçou diretor da  Polícia Rodoviária Federal a tentar impedir nordestinos de votar para forçar uma vitória na eleição. 

Graças aos comparsas das “Igrejas Evangélicas” o pai do cara conseguiu eleger maioria na Câmara de Deputados onde aprovou a “Reforma da Previdência” tornando-a inviável para maioria dos brasileiros.

O pai do cara em plena pandemia sucateou o SUS.    

O pai do cara entregou até refinarias a países concorrentes em troca de joias.

O pai do cara colocou o povo para ter que fazer fila para comprar pés de galinha e receber ossos nos açougues para ter o que comer. Chegou ao ponto de muitos recorrerem a apanhar restos de comida em caminhão de lixo.

Se não bastasse tudo isso o pai do cara confessou ter comido carne humana...

O pai do cara se negou a fornecer oxigênio a hospitais por conta da maior epidemia já registrada no século e mesmo assim a mídia brasileira, para defenderem quem lucrou com tanta miséria: os especuladores financeiros, os militares corruptos e os pastores de igual valia. 

Ou seja: o pai do cara implantou a pior distopia que poderia ocorrer num país como o Brasil que tem um Sistema de Saúde integrado e gratuito...  

Hoje, a mídia finge não ver que o filho do cara é candidato a presidente, mesmo sendo conhecido defensor das milícias no Brasil, de ser um corrupto com evidências mais que comprovadas.

Se você ainda cogita votar no filho do cara, você não é nada mais que um grande filho-da-puta!

Ricardo Matos.


Ditadura teocrática e militar –  Uma ditadura teocrática e militar é um regime político onde o poder total está nas mãos de líderes religiosos e de autoridades das Forças Armadas. Nesse tipo de governo, os conceitos de Estado, força militar e religião se misturam. As leis civis e os direitos da população seguem preceitos religiosos rígidos definidos pelo clero, enquanto o controle da sociedade, a repressão a opositores e a manutenção da ordem são garantidos pelo aparato militar.

Distopia é uma sociedade onde as pessoas vivem sob condições de extrema opressão, medo, sofrimento com controle autoritário. 


Parece piada.


 

Parece piada.

A CBF colocou um técnico Italiano para “ensinar” brasileiro a jogar bola. Bem, vendo pelo lado de a “Seleção Brasileira” ser formada por jogadores que muito pouco jogaram no Brasil já que muito cedo foram “exportados” para Europa, como se diz por aqui na Ilha: esta “Seleção Brasileira” tem tudo a ver com um técnico italiano.

Ontem, ao assistir o jogo pelo YouTube, na TV Cazé, enquanto o Brasil jogava o futebol “caranguejo” rolando bola de um lado para outro e para trás, o futebolista narrador dizia ser o “futebol moderno”... Vamos rir.

Não demorou para o adversário, Marrocos, abri o placar jogando o autêntico (parece piada), futebol brasileiro. Pegando a pelota e partindo para cima do adversário...  

Para minha felicidade o Brasil empatou com um gol surgido de uma jogada pessoal de Vinícius Júnior, também única jogada “do craque”, já que, depois, o “craque” plagiou Neymar ao ficar se jogando no chão quando aparecia um marroquino para marcá-lo. 

(Li por aí que o “fenômeno Neymar” só foi convocado por trazer patrocinadores para seleção).

Honestamente! Se a seleção de Marrocos não tivesse cansado já no início do segundo tempo teria ganhado facilmente o jogo.

E devo ser honesto. Se catasse, nos clubes brasileiros, jogadores para a tal Seleção Brasileira,  e copiasse o esquema tático de Telê Santana ou de João Saldanha/Zagalo com certeza ganharíamos a Copa. 

 

Um bandido cínico!

 



Acho, só acho que, minha grande felicidade vem de eu ser “publico”. 

De que adianta se construir uma poesia ou até um poema se não tiver público para entender e apreciar a obra. De que adianta compor uma música rítmica e melodia se não se houver quem se delicie com a música para apreciá-la? É sério: de que adianta escrever um livro se ninguém vai lê-lo ou pintar um quadro que não cause enlevo do leitor ou observador?

E, não pensem vocês que ser público não dá trabalho. Dá, sim, muito trabalho. Num mundo onde todos, absolutamente todos são artista é preciso ser esperto para saber ser público. Num mundo se Narcisos se amontoando, para ser espelho é necessário saber apreciar o belo:  saber entender, no emaranhado de informações, as que realmente merecem ter público.

Não é fácil entender uma obra de arte não, não é como pular atrás de um trio elétrico ouvindo sem ouvir a música e só se deixar levar pelo estrondo dos imensos alto-falantes vibrando...

Num mundo onde todos são “artistas” ser “bandido” não é fácil. Ainda mais um “bandido” cínico como eu. 



Etarismo!

 


Ela olhou-me com seus olhos pardos, assim, julgando-me um malfeitor por desejá-la. Como se o desejo fosse algum pecado e não a ação dos meus últimos hormônios naturais. As curvas da anca, seus lábios grossos, sua cor de jambo e seus cabelos encaracolados que descia até o colo reluzente... E meu olhar fora interrompido:

— Se olhe, velho babão!

E eu desviei o olhar sob sua indignação como se houvera algum erro de interpretação.

— Falou comigo, moça?

— Com você mesmo, velho tarado!

— Não olhava pra você...

— Como não?

Segui meu caminho pensando que essa juventude não sabe fazer julgamentos. Meu olhar de desejo fora um elogio, talvez um último elogio,  mas ela interpretou como um acinte...    

        


Testamento Político/Filosófico. Sim sou um descarado!

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