Ricardo Matos -
Literatura de pai pra filho.
Imprensa isenta.
O pai do cara...
O
pai do cara tentou implantar uma ditadura teocrática e militar no Brasil.
Trabalhou para que a COVID 19 matasse o maior número de aposentados possível do
INSS para poder roubar mais.
O
pai do cara queria mandar matar seus opositores políticos.
O
pai do cara beijou a bandeira norte-americana e achava porreta postar no X apologia
ao “golden shower” e achou que “pintou um clima” ao se aproximar de
adolescentes pobres num dos subúrbio de Brasília.
O
pai do cara, a troco de lucro, forçou a venda de Cloroquina, Hidroxicloroquina,
Ivermectina, Azitromicina e Natazoxanida, drogas inúteis para vírus assassino
do Covid 19 onde, o pai do cara se fez
até de garoto propaganda.
O
pai do cara montou junto com o Presidente da Câmara Federal o maior esquema de
distribuição de dinheiro público da história política brasileira apelidada de “Orçamento
Secreto”.
O pai do cara forçou diretor da Polícia Rodoviária Federal a tentar impedir nordestinos de votar para forçar uma vitória na eleição.
Graças aos comparsas das “Igrejas Evangélicas” o pai do cara conseguiu eleger maioria na Câmara de Deputados onde aprovou a “Reforma da Previdência” tornando-a inviável para maioria dos brasileiros.
O pai do cara em plena pandemia sucateou o SUS.
O
pai do cara entregou até refinarias a países concorrentes em troca de joias.
O
pai do cara colocou o povo para ter que fazer fila para comprar pés de galinha
e receber ossos nos açougues para ter o que comer. Chegou ao ponto de muitos
recorrerem a apanhar restos de comida em caminhão de lixo.
Se
não bastasse tudo isso o pai do cara confessou ter comido carne humana...
O pai do cara se negou a fornecer oxigênio a hospitais por conta da maior epidemia já registrada no século e mesmo assim a mídia brasileira, para defenderem quem lucrou com tanta miséria: os especuladores financeiros, os militares corruptos e os pastores de igual valia.
Ou seja: o pai do cara implantou a pior distopia que poderia ocorrer num país como o Brasil que tem um Sistema de Saúde integrado e gratuito...
Hoje, a mídia finge não
ver que o filho do cara é candidato a presidente, mesmo sendo conhecido
defensor das milícias no Brasil, de ser um corrupto com evidências mais que
comprovadas.
Se
você ainda cogita votar no filho do cara, você não é nada mais que um grande
filho-da-puta!
Ricardo
Matos.
Ditadura
teocrática e militar – Uma ditadura teocrática e militar
é um regime político onde o poder total está nas mãos de líderes religiosos e
de autoridades das Forças Armadas. Nesse tipo de governo, os conceitos de
Estado, força militar e religião se misturam. As leis civis e os direitos da
população seguem preceitos religiosos rígidos definidos pelo clero, enquanto o
controle da sociedade, a repressão a opositores e a manutenção da ordem são
garantidos pelo aparato militar.
Distopia é uma sociedade onde as pessoas vivem sob condições de extrema opressão, medo, sofrimento com controle autoritário.
Parece piada.
Parece
piada.
A
CBF colocou um técnico Italiano para “ensinar” brasileiro a jogar bola. Bem,
vendo pelo lado de a “Seleção Brasileira” ser formada por jogadores que muito
pouco jogaram no Brasil já que muito cedo foram “exportados” para Europa, como
se diz por aqui na Ilha: esta “Seleção Brasileira” tem tudo a ver com um técnico
italiano.
Ontem,
ao assistir o jogo pelo YouTube, na TV Cazé, enquanto o Brasil jogava o futebol
“caranguejo” rolando bola de um lado para outro e para trás, o futebolista
narrador dizia ser o “futebol moderno”... Vamos rir.
Não
demorou para o adversário, Marrocos, abri o placar jogando o autêntico (parece
piada), futebol brasileiro. Pegando a pelota e partindo para cima do
adversário...
Para minha felicidade o Brasil empatou com um gol surgido de uma jogada pessoal de Vinícius Júnior, também única jogada “do craque”, já que, depois, o “craque” plagiou Neymar ao ficar se jogando no chão quando aparecia um marroquino para marcá-lo.
(Li por aí que o “fenômeno Neymar” só foi convocado por trazer
patrocinadores para seleção).
Honestamente! Se a seleção de Marrocos não tivesse cansado já no início do segundo tempo teria ganhado facilmente o jogo.
E
devo ser honesto. Se catasse, nos clubes brasileiros, jogadores para a tal
Seleção Brasileira, e copiasse o esquema
tático de Telê Santana ou de João Saldanha/Zagalo com certeza ganharíamos a Copa.
Um bandido cínico!
Acho, só acho que, minha grande felicidade vem de eu ser “publico”.
De que adianta se construir uma poesia ou até um poema se não tiver público para entender e apreciar a obra. De que adianta compor uma música rítmica e melodia se não se houver quem se delicie com a música para apreciá-la? É sério: de que adianta escrever um livro se ninguém vai lê-lo ou pintar um quadro que não cause enlevo do leitor ou observador?
E, não pensem vocês que ser público não dá trabalho. Dá, sim, muito trabalho. Num mundo onde todos, absolutamente todos são artista é preciso ser esperto para saber ser público. Num mundo se Narcisos se amontoando, para ser espelho é necessário saber apreciar o belo: saber entender, no emaranhado de informações, as que realmente merecem ter público.
Não é fácil entender uma obra de arte não, não é como pular atrás de um trio elétrico ouvindo sem ouvir a música e só se deixar levar pelo estrondo dos imensos alto-falantes vibrando...
Num mundo onde todos são “artistas” ser “bandido” não é fácil. Ainda mais um “bandido” cínico como eu.
Etarismo!
Ela olhou-me com
seus olhos pardos, assim, julgando-me um malfeitor por desejá-la. Como se o
desejo fosse algum pecado e não a ação dos meus últimos hormônios naturais. As
curvas da anca, seus lábios grossos, sua cor de jambo e seus cabelos
encaracolados que descia até o colo reluzente... E meu olhar fora interrompido:
— Se olhe, velho
babão!
E eu desviei o
olhar sob sua indignação como se houvera algum erro de interpretação.
— Falou comigo,
moça?
— Com você mesmo,
velho tarado!
— Não olhava pra
você...
— Como não?
Segui meu
caminho pensando que essa juventude não sabe fazer julgamentos. Meu olhar de
desejo fora um elogio, talvez um último elogio, mas ela interpretou como um acinte...
Suruba no Congresso Nacional!
Orgia Romana - do Google!
Filme B - O Brasil no golpe: "Não vai ter COPA". Plim! Plim!
Sinopse (trailer voice-over em tom grave e dramático):
Cenas obrigatórias de cinema tipo B:
- Montagem lenta da suruba no hotel com luz vermelha e trilha de saxofone safado.
- Dilma dando um soco na mesa enquanto grita “não vai ter golpe!” (com slow-motion).
- Temer sorrindo sinistro enquanto assina a posse com a mão esquerda.
- Lula sendo preso com plano detalhado das algemas brilhando.
- Deputados pulando de paraquedas com malas de dinheiro.
- Final apocalíptico: o Congresso em chamas enquanto o povo assiste TV.
Imprensa isenta.
Faltam pouco mais de duas semanas para as eleições brasileiras de 4 de outubro. O maior e mais populoso país da América Latina enfrenta o pr...
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Ano eleitoral. A Globo vai investir pesado no "Sertanejo Universitário". Para a Globo manter acesa a chama do Bolsonarismo obtus...
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Estava lendo algo sobre o sionismo judeu no Brasil e sobre a deputada Tabata Amaral, — uma criação política da Fundação Lemann, que a IA d...
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Dissonância Cognitiva Leio no site da revista The New Yorker que já não é possível explicar o bolsonarismo (ou qualq...

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