A verdadeira face de Tabata e CIA...


A capacidade de Israel de impor leis de censura a todos os países democráticos é impressionante.


O Brasil tem uma população judaica muito pequena, mas um lobby pró-Israel muito poderoso, sediado no principal centro bancário de São Paulo.

O lobby tem uma congressista neoliberal de centro-esquerda, formada em Harvard, e sua marionete, @tabata , que agora tenta impor as mesmas leis de censura da IHRA que Trump impôs às universidades americanas e que a UE incorporou ao seu código penal.
Ela proíbe a visão de que Israel é um empreendimento racista, proíbe comparações entre Israel e os nazistas, proíbe discussões sobre o papel dos judeus na morte de Jesus e muitas outras opiniões obviamente protegidas pela liberdade de expressão.

Aqui está Tabata Ameral com seu marido, o político Luciano Huck, um dos bilionários mais ricos do Brasil e fanaticamente pró-Israel. O mesmo padrão se repete em todo o mundo democrático: o maior ataque à liberdade de expressão.
 
Texto de Glenn Greenwald, postado no X. Ilustração da mesma postagem que mostra João Campos citado como "marido de Tabata"

 

Tabata e um tal de Bruno Bimbi

 



Estava lendo algo sobre o sionismo judeu no Brasil e sobre a deputada Tabata Amaral, — uma criação política da Fundação Lemann, que a IA do Google diz nada ter a ver com o mega empresário Jorge Paulo Lemann, que só por um acaso, dizem ser também judeu.
Minha leitura esbarrou num tal de Bruno Bimbi. — Já ouviram falar?
Segundo dizia o texto, que não chequei a veracidade, dizia que Bruno Bimbi era ex-assessor do PSOL e uma “referencia na “pauta LGBT”.
Essa mesma matéria apresentava Bruno Bimbi como “um dos principais articuladores do sionismo dentro da esquerda brasileira”.
Ao que parece, fora este Bruno Bimbi, argentino, naturalizado brasileiro, formado pela PUC do Rio, o principal articulador do Projeto de Lei, (1424/2026), que tornaria(rá) crime criticar atitudes dos judeus sionistas ou não como antisemitismo, que a deputada Tabata Amaral encabeçou.
Segundo a mesma matéria, Bruno Bimbi é um dos articuladores políticos da StandWithUS Brasil — organização pró-Israel que atua, principalmente, no Congresso Nacional, como lobista.
Daí esta tentativa de tornar crime o apoio à causa Palestina no Brasil.
Com apoio da Globo, o articulista Bruno Bimbi e seu lobby costuma associar antissionismo ao antisemitismo e atacar atos pró-Palestina.
Diz-se que é de interesse deles criminalizar e rotular de “terrorista” toda e qualquer reação a Israel e aos USA nesta expansão sionista no “Oriente Médio”.
Plim! Plim!

A Globo manipulando você... Vem aí: "“Coração Acelerado”.


 Ano eleitoral. A Globo vai investir pesado no "Sertanejo Universitário".

Para a Globo manter acesa a chama do Bolsonarismo obtuso* vem aí a novela  “Coração Acelerado”.  Já sabemos que a obra é baseada num romance tipo Coca-Cola recheado por um sentimentalismo piegas e fácil de ser assimilado, assim como são assimiladas as letras das músicas ditas *sertanejas... “É o amor”! 

Afinal, seu público alvo, (target), é um público de capacidade limitada para entender suas verdadeiras intenções que é deixá-lo se envolver pelo emocional e o místico em detrimento da razão e da realidade quotidiana.   

Como diz a propaganda da nova novela:

“— Toda música sertaneja* parece roteiro de novela. Há sempre um romance complicado, uma dose de sofrência, uma pitada de humor e, claro, muita emoção....”

Afinal, em ano eleitoral, dar ênfase aos sentimentos fictícios e limitar a capacidade de raciocinar e viver a realidade é a saída para se combater o pragmatismo social das esquerdas e, paralelamente, manter a ficção nacional do “agro é POP”.  


*Ps1.: Obtuso — Lento, raso, de capacidade interpretativa limitada.

*Ps2.: O termo sertanejo é um erro de nomenclatura no abrasileiramento de a "música country" dos USA.

A verdadeira música do sertão do Brasil é tematicamente e melodicamente muito diferente, (e infinitamente de melhor em termos de poética e qualidade melódica), da do centro-oeste brasileiro.

 

Sóstenes Cavalcante denuncia corrupção de Lulinha e Mulher de Alexandre de Moraes e promete derrubar veto de Lula.


 “O veto do Presidente “descondenado” da República ao PL da Redução de Penas, visa três objetivos: primeiro fazer o brasileiro esquecer do roubo dos aposentados, onde o Lulinha está sendo acusado de receber mesadinha todos os meses de trezentos mil reais “roubado” dos aposentados. Segundo, esquecer os cento e vinte e nove milhões de honorários pagos a esposa de Alexandre de Moraes e terceiro e último, esquecerem a tortura que estão fazendo com o presidente Bolsonaro, inclusive não dando a ele, um homem de setenta anos, inocente, preso, o direito de assistência médica, uma interferência inclusive clara do Conselho Federal de medicina, mas eu quero tranquilizar a todos vocês, já era previsto esse veto, e nós, na primeira sessão do Congresso Nacional, vamos juntos, os líderes dos “partidos de centro”, derrubar esse veto por acordo, nos aguardem.”    


Dissonância Cognitiva - Texto de Bernardo Carvalho. Escritor.


         Dissonância Cognitiva

        Leio no site da revista The New Yorker que já não é possível explicar o bolsonarismo (ou qualquer outra aberração lógica) pela teoria da dissonância cognitiva, conceito-chave da psicologia social dos anos 1950 e que desde então tem servido para explicar quase tudo o que parece incompreensivo no comportamento humano.

    O conceito foi afinado com base na pesquisa sobre uma seita de lunáticos que acreditavam em discos voadores. A recente divulgação do arquivo pessoal de um dos três autores do estudo de 1956, Leon Festinger, revelou entretanto que suas conclusões estavam contaminadas por uma série de falhas e inconsistências do trabalho de campo.

        Pena. Como explicar que ainda haja quem acredite que Trump nada tem a ver com as maquinações sexuais de Jeffrey Epstein ou que Bolsonaro e seus comparsas são vítimas inocentes da justiça? Ou que Silas Malafaia e Sóstenes Cavalcante representam os interesses de Deus na terra? Ou que os Bolsonaro vieram para salvar o Brasil da corrupção e da bandidagem?

        A seita em questão haviam recebidos mensagens de alienígenas sobre a iminência de uma enchente que submergiria a América do Norte nas águas do Apocalipse. Houve quem largasse o emprego e limpasse a conta no banco para segui-los. Quando a profecia falhou, passaram a evangelização.   

        Uma das principais e mais surpreendentes hipóteses da teoria da dissonância cognitiva diz que, contrariados pelos fatos, os indivíduos dobram a aposta na crença, num esforço de redução de danos psicológicos, compensando pelo trabalho de evangelização e pela difusão do autoengano a frustração provocada pela realidade. Como se bastasse convencer e arrebanhar o maior número de seguidores para dobrar o real a sua loucura.

        A dissonância cognitiva explica a burrice como um mecanismo compensatório. Os que mais perdem com o engodo são também os que mais têm dificuldade de reconhecer a própria cegueira. Quanto mais descarado o logro, quanto maior o engano, mais insuportável para a vítima o encontro com a luz e a visão. Parece um tanto tautológico, mas tudo bem.

        Agora, como fica o pessoal da dosimetria e pelo esforço da redução das penas de 8 de janeiro, ao basear a argumentação de sua defesa na dissonância cognitiva dos condenados que avançaram com sanha destruidora contra instituições democráticas, mas estariam inconscientes de que participavam de uma tentativa de golpe de Estado maquinada por seu líder?

        Se, cientificamente falando, já não é possível atribuir a dissonância cognitiva o ímpeto suicida dos congressistas que advogam pela inocência de quem os atacou em sua própria casa e em sua própria razão de ser, só nos resta reconhecer-lhes a má-fé e a cumplicidade com a bandidagem contra qual os Bolsonaro sempre brandiram seu patriotismo, enquanto conspiravam para pilhar o país.

        O problema da explicação da dissonância cognitiva é, como se percebe, a circularidade. E uma certa tendência de servir de pau para toda obra. Bastaria aos criadores do conceito uma breve visita ao Congresso Nacional para, confrontados com a realidade, serem obrigados a dar o braço a torcer ao problema pouco circular do oportunismo político e da ganância.

        Dizem que os Bolsonaro são burros. Como explicar, então, que ainda há quem dobre a aposta neles, e que de burros não tem aparentemente nada, senão por um cálculo que o desautoriza moralmente como político e como ser humano, mas que também lhe garante que não haverá consequências, graças à dissonância cognitiva dos eleitores?

        Se, como defender a teoria, quem mais perde com o logro é também quem tem mais dificuldade de enxergar, que é que falta aos espertos? É fácil explicar a teoria da dissonância cognitiva aos outros quando somos nós que acreditamos ver. Em que pese a tautologia do conceito, parece que ele ainda é capaz de explicar o comportamento suicida dos que creem que nunca perdem.     

      

Carta Resposta à Donald Trump - do Presidente da Colômbia Gustavo Petrom.

 


Trump, 

não gosto muito de viajar para os EUA, é meio chato, mas confesso que tem coisas que valem a pena, gosto de ir aos bairros negros de Washington, lá vi toda uma briga na capital dos EUA entre negros e latinos com barricadas, o que me pareceu estúpido, porque deveriam se unir.

 

Confesso que gosto de Walt Withman e Paul Simon e Noam Chomsky e Miller Confesso que Sacco e Vanzetti, que têm o meu sangue, na história dos Estados Unidos, são memoráveis ​​e os sigo. Eles foram assassinados por líderes operários com a cadeira elétrica, pelos fascistas que estão dentro dos EUA e também dentro do meu país Não gosto do seu petróleo, Trump, vai destruir a espécie humana por causa da ganância.

 

Talvez um dia, tomando um whisky, que aceito, apesar da minha gastrite, possamos conversar francamente sobre isso, mas é difícil porque vocês me consideram uma raça inferior e eu não sou, nem nenhum colombiano é. Então, se você conhece alguém que é teimoso, sou eu, ponto final.

 

Com a sua força económica e arrogância, pode tentar levar a cabo um golpe de Estado como fizeram com Allende. Mas eu morro na minha lei, resisti à tortura e resisto a você. Não quero traficantes de escravos perto da Colômbia, já tínhamos muitos e nos libertamos. O que quero ao lado da Colômbia são os amantes da liberdade. Se você não puder me acompanhar, irei para outro lugar.

 

A Colômbia é o coração do mundo e vocês não entenderam, esta é a terra das borboletas amarelas, da beleza dos Remedios, mas também dos coronéis Aurelianos Buendía, dos quais sou um deles, talvez o último Você vai me matar, mas eu sobreviverei na minha cidade que é anterior à sua, nas Américas.

 

Somos pessoas dos ventos, das montanhas, do Mar do Caribe e da liberdade Você não gosta da nossa liberdade, ok. Eu não aperto a mão de traficantes de escravos brancos. Aperto a mão dos herdeiros libertários brancos de Lincoln e dos meninos camponeses negros e brancos dos Estados Unidos, em cujos túmulos chorei e rezei num campo de batalha, ao qual cheguei, depois de caminhar pelas montanhas da Toscana italiana e depois de salvar eu mesmo de cobiça.

 Eles são os Estados Unidos e diante deles eu me ajoelho, diante de mais ninguém. Faça-me presidente e as Américas e a humanidade responderão. A Colômbia agora deixa de olhar para o norte, olha para o mundo, o nosso sangue vem do sangue do Califado de Córdoba, da civilização daquela época, dos romanos latinos do Mediterrâneo, da civilização daquela época, que fundou a república, democracia em Atenas; Nosso sangue tem os negros resistentes transformados em escravos por você.

 Na Colômbia é o primeiro território livre da América, antes de Washington, em toda a América, lá me refugio nas suas canções africanas. A minha terra é da ourivesaria existente na época dos faraós egípcios, e dos primeiros artistas do mundo em Chiribiquete. Você nunca nos dominará.

 O guerreiro que cavalgou nossas terras, gritando liberdade e cujo nome é Bolívar, se opõe Nosso povo é um tanto medroso, um tanto tímido, é ingênuo e gentil, amoroso, mas saberá conquistar o Canal do Panamá, que você nos tirou com violência.

 Duzentos heróis de toda a América Latina jazem em Bocas del Toro, atual Panamá, antiga Colômbia, que você assassinou.

 Eu levanto uma bandeira e como disse Gaitán, mesmo que fique sozinho, ela continuará a ser hasteada com a dignidade latino-americana que é a dignidade da América, que o seu bisavô não conhecia, e o meu sim,

 Senhor Presidente , um imigrante nos Estados Unidos, Seu bloqueio não me assusta; porque a Colômbia, além de ser o país da beleza, é o coração do mundo. Eu sei que você ama a beleza como eu, não a desrespeite e ela lhe dará sua doçura.

 A COLÔMBIA ESTÁ ABERTA AO MUNDO TODO A PARTIR DE HOJE, DE BRAÇOS ABERTOS, SOMOS CONSTRUTORES DE LIBERDADE, VIDA E HUMANIDADE.

 Eles me informaram que vocês colocaram uma tarifa de 50% sobre o fruto do nosso trabalho humano para entrar nos EUA, eu faço o mesmo. Que nosso povo plante o milho que foi descoberto na Colômbia e alimente o mundo



 

 


O TEOREMA PÓS-MEDIEVAL DE PASTERNAK

 



Texto copiado do Facebook de Fred Burgos



Depois um período sombrio de negacionismo, é natural que vejamos surgir quem se arvore a porta-voz de uma visão absolutista da ciência, interessado em classificar como pseudociência tudo aquilo que não corresponde à sua realidade axiomática. Essa é o movimento do livro “Que Bobagem! pseudociências e outros absurdos que não merecem ser levados a sério”, da bióloga Natália Pasternak e do jornalista Carlos Orsi, seu marido. Os dois incluem no mesmo balaio psicanálise, homeopatia, acupuntura paranormalidade, discos voadores, antroposofia e poder quântico.

Depois de todo o miserê religioso da Idade Média, surgiu a concepção cartesiana de ciência, separando matéria e mente. Há um esforço de distanciamento compreensível no século XVII. Não há o menor sentido desse empreendimento hoje, quatrocentos anos depois. Nenhuma pessoa de bom senso é capaz de negar o que a psicologia e a psicanálise em específico têm entregado à humanidade. Assim como ninguém aspira classificar como filhas exatas da mesma perspectiva epistemológica a física tradicional e a física quântica. Quem não tem bom senso, não terá com o livro de Pasternak. Só um novo fórceps!

Ela e seu marido se levam a sério demais, acreditam demais em si mesmos: “Buscamos oferecer uma vacina para o pensamento mágico, um manual para reconhecer mercadores de ilusões e identificar soluções mágicas. Esperamos assim poupar a saúde, o bem-estar e o bolso do leitor”, dizem, lá eles. Menos, queridos!

Os dois partem de um pressuposto básico infantil: a deificação da ciência. Diz o casal: “A ciência é limitada pela nossa capacidade de ver, interrogar e interpretar a natureza”. Mais bobagem! Os dois continuam separando matéria e mente. A ciência não tem vida própria. Ela existe em razão de nossa capacidade, sempre limitada, de se apropriar da realidade. Não existiria se não existíssemos com nossas deficiências. Pensar o contrário, isso sim, é mistificação. A ciência e a religião passam a ter algo em comum a partir desse tipo de pensamento dual.

Para eles, deve ser uma bobagem diagnosticar que um sintoma físico tenha possivelmente como correspondente uma dor psíquica, após um cem número de pesquisas confirmarem isso. Possivelmente devem entender como magia qualquer tentativa de explicação para reações distintas de dois irmãos gêmeos que vivenciarem o mesmo evento traumático. Há algum cálculo cartesiano que dê conta desse desafio?

Todo mundo mais ou menos informado sabe que a ciência de Pastrernak e Orsi tem limites internos – regras, axiomas, leis, teoremas etc. – e outros impostos pelos instrumentos e técnicas de mensuração. Isso sem esquecer os limites mais importantes de natureza ética, política e econômico-financeira. Para que tanta mise-en-scène cartesiana em pleno século XXI?

Bobagem pura!

* O cara da imagem é René Descartes, filósofo e matemático francês (1596-1650). Não é Pasternak. 
Texto copiado do Facebook de Fred Burgos

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A capacidade de Israel de impor leis de censura a todos os países democráticos é impressionante. O Brasil tem uma população judaica muito p...