Tabata e um tal de Bruno Bimbi

 



Estava lendo algo sobre o sionismo judeu no Brasil e sobre a deputada Tabata Amaral, — uma criação política da Fundação Lemann, que a IA do Google diz nada ter a ver com o mega empresário Jorge Paulo Lemann, que só por um acaso, dizem ser também judeu.
Minha leitura esbarrou num tal de Bruno Bimbi. — Já ouviram falar?
Segundo dizia o texto, que não chequei a veracidade, dizia que Bruno Bimbi era ex-assessor do PSOL e uma “referencia na “pauta LGBT”.
Essa mesma matéria apresentava Bruno Bimbi como “um dos principais articuladores do sionismo dentro da esquerda brasileira”.
Ao que parece, fora este Bruno Bimbi, argentino, naturalizado brasileiro, formado pela PUC do Rio, o principal articulador do Projeto de Lei, (1424/2026), que tornaria(rá) crime criticar atitudes dos judeus sionistas ou não como antisemitismo, que a deputada Tabata Amaral encabeçou.
Segundo a mesma matéria, Bruno Bimbi é um dos articuladores políticos da StandWithUS Brasil — organização pró-Israel que atua, principalmente, no Congresso Nacional, como lobista.
Daí esta tentativa de tornar crime o apoio à causa Palestina no Brasil.
Com apoio da Globo, o articulista Bruno Bimbi e seu lobby costuma associar antissionismo ao antisemitismo e atacar atos pró-Palestina.
Diz-se que é de interesse deles criminalizar e rotular de “terrorista” toda e qualquer reação a Israel e aos USA nesta expansão sionista no “Oriente Médio”.
Plim! Plim!

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