Parece piada.


 

Parece piada.

A CBF colocou um técnico Italiano para “ensinar” brasileiro a jogar bola. Bem, vendo pelo lado de a “Seleção Brasileira” ser formada por jogadores que muito pouco jogaram no Brasil já que muito cedo foram “exportados” para Europa, como se diz por aqui na Ilha: esta “Seleção Brasileira” tem tudo a ver com um técnico italiano.

Ontem, ao assistir o jogo pelo YouTube, na TV Cazé, enquanto o Brasil jogava o futebol “caranguejo” rolando bola de um lado para outro e para trás, o futebolista narrador dizia ser o “futebol moderno”... Vamos rir.

Não demorou para o adversário, Marrocos, abri o placar jogando o autêntico (parece piada), futebol brasileiro. Pegando a pelota e partindo para cima do adversário...  

Para minha felicidade o Brasil empatou com um gol surgido de uma jogada pessoal de Vinícius Júnior, também única jogada “do craque”, já que, depois, o “craque” plagiou Neymar ao ficar se jogando no chão quando aparecia um marroquino para marcá-lo. 

(Li por aí que o “fenômeno Neymar” só foi convocado por trazer patrocinadores para seleção).

Honestamente! Se a seleção de Marrocos não tivesse cansado já no início do segundo tempo teria ganhado facilmente o jogo.

E devo ser honesto. Se catasse, nos clubes brasileiros, jogadores para a tal Seleção Brasileira,  e copiasse o esquema tático de Telê Santana ou de João Saldanha/Zagalo com certeza ganharíamos a Copa. 

 

Um bandido cínico!

 



Acho, só acho que, minha grande felicidade vem de eu ser “publico”. 

De que adianta se construir uma poesia ou até um poema se não tiver público para entender e apreciar a obra. De que adianta compor uma música rítmica e melodia se não se houver quem se delicie com a música para apreciá-la? É sério: de que adianta escrever um livro se ninguém vai lê-lo ou pintar um quadro que não cause enlevo do leitor ou observador?

E, não pensem vocês que ser público não dá trabalho. Dá, sim, muito trabalho. Num mundo onde todos, absolutamente todos são artista é preciso ser esperto para saber ser público. Num mundo se Narcisos se amontoando, para ser espelho é necessário saber apreciar o belo:  saber entender, no emaranhado de informações, as que realmente merecem ter público.

Não é fácil entender uma obra de arte não, não é como pular atrás de um trio elétrico ouvindo sem ouvir a música e só se deixar levar pelo estrondo dos imensos alto-falantes vibrando...

Num mundo onde todos são “artistas” ser “bandido” não é fácil. Ainda mais um “bandido” cínico como eu. 



Parece piada.

  Parece piada. A CBF colocou um técnico Italiano para “ensinar” brasileiro a jogar bola. Bem, vendo pelo lado de a “Seleção Brasileira” s...