Etarismo!

 


Ela olhou-me com seus olhos pardos, assim, julgando-me um malfeitor por desejá-la. Como se o desejo fosse algum pecado e não a ação dos meus últimos hormônios naturais. As curvas da anca, seus lábios grossos, sua cor de jambo e seus cabelos encaracolados que descia até o colo reluzente... E meu olhar fora interrompido:

— Se olhe, velho babão!

E eu desviei o olhar sob sua indignação como se houvera algum erro de interpretação.

— Falou comigo, moça?

— Com você mesmo, velho tarado!

— Não olhava pra você...

— Como não?

Segui meu caminho pensando que essa juventude não sabe fazer julgamentos. Meu olhar de desejo fora um elogio, talvez um último elogio,  mas ela interpretou como um acinte...    

        


Suruba no Congresso Nacional!

 

                      Orgia Romana - do Google! 



Nunca li Sigmund Freud, para dizer a verdade nunca li sequer um resumo das ideias de o “Pai da Psicanálise”. Sei da frase: “Freud explica”.
Diz-se por aí que, para Freud, tudo, na mente humana, decorria dos impulsos de procriação, hoje nem tanto de procriação porque um baiano, Elsimar Coutinho, nascido em Pojuca, introduziu na vida das mulheres a capacidade de manter relações sexuais por mero divertimento. E nós, os homens, somos alvo dos nossos hormônios e basta ver uma mulher jeitosinha que já a imagina disposta e completamente nua. Todo publicitário sabe: “Sexo Vende!”.
Mas não é sobre este tipo de sacanagem que quero falar. Quero falar da luxuria com que nossos “caciques,” dos Partidos Políticos, fazem uso de o nosso dinheiro para brincar de proxeneta na política nacional.
Nossos deputados e senadores depois do financiamento público de campanha “caga e anda” para nós que financiamos a orgia com “dinheiro público”.
Vou dar um exemplo. Aécio Neves, Sérgio Moro, Davi Alcolumbre, Hugo Motta, entre muitos outros, sabem que se reelegerão graças à propaganda mentirosa e a compra de votos em seus redutos eleitorais.
A montante compravam sandálias “Havaianas”, dentaduras, panelas ou mesmo garrafas de cachaça para distribuir ao seu eleitorado. Hoje, está mais fácil. Compra-se PASTORES e leva-se as ovelhas de rebanho.
Depois do bacanal que virou a fé popular brasileira temos que rezar muito para evitarmos de repetir esse Congresso Nacional, Inimigo do Povo que só propõe leis para seus amigos bilionários e para mantê-los na farra do dinheiro público, a exemplo, o PL que brinca com nosso suado imposto.
*O PL – Partido Liberal recebe R$ 886.839.487,85 – Parte dessa bolada é usada para financiar o deleite de Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto e as viagens de alguns deputados aos USA para fazer fotos na porta do Capitólio, além da visita de Flávio a Daniel Vorcaro...
Essa, nem Sigmund Freud explica.

Filme B - O Brasil no golpe: "Não vai ter COPA". Plim! Plim!


 Sinopse (trailer voice-over em tom grave e dramático):

No coração podre do Brasil, uma mega-corporação da mídia chamada REDE GLOBUS (comandada diretamente da Casa Branca por senadores gringos de terno escuro) decide que chegou a hora de roubar o maior tesouro nacional: a Petrobras.Para isso, eles arquitetam o golpe perfeito. Usando o velho truque “fim da corrupção”, lançam uma campanha de difamação sem limites contra a Presidenta DILMA, A INDOMÁVEL, uma mulher de aço que ousou dizer não aos gringos. Enquanto isso, no Congresso, deputados corruptos dançam funk de cueca com malas de dinheiro, e no Supremo Tribunal Federal, ministros vaidosos posam de salvadores da pátria enquanto recebem “agrados” em entrevistas de TV. O plano maquiavélico ganha um aliado inesperado: MICHEL “TRAÍRA” TEMER, o vice-presidente plantado pelo próprio PT, um homem tão cinza e frio que parece feito de fita crepe. Com um sorriso de quem já traiu a mãe no berço, ele espera o momento exato para enfiar a faca.Enquanto isso, no Paraná, uma equipe do FBI (dublados com sotaque americano ruim) treina um grupelho de juízes e procuradores hiper-ambiciosos, transformando-os na “FORÇA-TARDE” — uma força-tarefa obcecada por holofotes e poder. O grande prêmio: prender LULA, O MITO DAS MULTIDÕES, o líder carismático que representa tudo que eles querem destruir.O clímax da podridão acontece em uma suíte presidencial de hotel de luxo: uma suruba judicial regada a whisky importado e cocaína colombiana, onde juízes, procuradores e prostitutas de luxo selam o destino do país entre gemidos e acordos de delação. As câmeras da Globus filmam tudo… menos a orgia, claro. Só mostram os algemas.Com o povo brasileiro novamente transformado em massa de manobra (agora com camisas verde-amarelas e selfies), o golpe é consumado. Dilma cai. Lula é preso. E o trono é entregue a uma quadrilha carioca de arautos de Cristo que gritam “tudo por dinheiro!” enquanto Silvio Santos ri ao fundo.No final, o Brasil acorda com o pior Congresso da história, juízes multimilionários e o pré-sal vai sendo repartida como bolo de aniversário entre Wall Street e os novos donos.Tagline do filme: “Eles vieram para acabar com a corrupção… e foderam o país inteiro.”
Cenas obrigatórias de cinema tipo B:
  • Montagem lenta da suruba no hotel com luz vermelha e trilha de saxofone safado.
  • Dilma dando um soco na mesa enquanto grita “não vai ter golpe!” (com slow-motion).
  • Temer sorrindo sinistro enquanto assina a posse com a mão esquerda.
  • Lula sendo preso com plano detalhado das algemas brilhando.
  • Deputados pulando de paraquedas com malas de dinheiro.
  • Final apocalíptico: o Congresso em chamas enquanto o povo assiste TV.                         

Fábula do Rei dos Animais, no Brasil, claro!


                 Ilustração da Inteligencia Artificial do X 


    Há muito tempo, quando os bichos falavam e a tecnologia ainda engatinhava no Brasil, houve uma discussão: quem deveria ser, entre eles, o Rei dos animais. 

    O Rato disse que, por certo, se for por votos, seria ele  ou o Preá,

    — Só eu tenho dezenas de filhos o Preá outros tantos.

    O Sapo contestou,

    — Ora, se você tem dezenas eu tenho centenas a cada nova geração. 

    A Onça rosnou,  

    — Animais insignificantes, quem é o mais poderoso predador?

    O Lobo Guará, que comia uma lobeira nem tentou se pronunciar. O Jumento também evitou entra no bate-boca, mas o Tamanduá Bandeira arguiu ser ele o símbolo do Brasil, portanto, seria o rei. A Paca disse, sabiamente:

    — Por que nós não perguntamos ao fazendeiro?

    O Caititu que procurava tubérculo por ali próximo, sentenciou.

    — Hora, vocês... Não seja ingênuos, se perguntarem ao fazendeiro quem será o Rei dos animais ele, sem titubear, dirá ser o burro, porque, para o homem, só vale, para ele, quem a tem mais serventia...

    Ricardo Matos ( O texto é meu e sem piteco da IA).

    Porém, a Inteligência Artificial do X, Grok, analisou o texto e disse qual seria a "Moral da história. 

    Moral da Fábula: “Para o homem, o que importa não é quem é o mais forte, o mais numeroso ou o mais simbólico, mas sim quem lhe é mais útil.”

    Explicação detalhada:

A fábula usa de forma bem-humorada e inteligente, o debate entre os animais, para criticar como o ser humano costuma avaliar o valor das coisas (e das pessoas).

  • O Rato e o Preá se gabam pela quantidade (ter muitos filhos).
  • O Sapo se gaba pela reprodução em massa.
  • A Onça se gaba pela força e poder.
  • O Tamanduá-bandeira se gaba pelo simbolismo nacional.

Todos eles acreditam que algum critério “animal” (força, quantidade ou prestígio) deveria definir quem é o rei. No entanto, o Caititu (com sabedoria prática) revela a dura realidade: 
Quem decide quem é “o rei” é o fazendeiro — ou seja, o ser humano. E para o homem, o critério é simples e pragmático:

“Só vale quem tem serventia” — quem trabalha, quem carrega peso, quem produz, quem serve aos interesses humanos.Por isso, o Jumento (burro), que ninguém levou a sério na discussão, seria escolhido como “rei” pelos humanos, justamente por ser o mais útil para o trabalho diário no campo.

Moral resumida em uma frase:

O valor que o poderoso atribui a alguém raramente depende de méritos como força, quantidade ou simbolismo, mas sim da utilidade que essa pessoa (ou animal) oferece a ele.

É uma crítica sutil, mas afiada, à forma como o poder (no caso, o homem/fazendeiro) redefine hierarquias segundo sua própria conveniência, ignorando os critérios dos próprios envolvidos."

Eu, por outro lado, havia pensado em Franz Kafka*, que vivia em outra época, quando não havia TV, Rádios, e muito menos a Internet, Kafka escreveu um belo conto sobre o assunto. Chama-se “A Metamorfose”.

Tem de graça no Google.

*Franz Kafka (1883–1924)  - foi um influente escritor de língua alemã nascido em Praga, conhecido por obras que exploram o existencialismo, a burocracia e o absurdo, como A Metamorfose e O Processo.  


 




Parece piada.

  Parece piada. A CBF colocou um técnico Italiano para “ensinar” brasileiro a jogar bola. Bem, vendo pelo lado de a “Seleção Brasileira” s...